19 de março de 2007

MESTRE DE MIM



Não se preocupem aqueles que pensam que eu estarei a viver momentos de alguma tristeza, não se trata disso queridos amigos (as), há muito que substituí o " pobre de mim " pelo "mestre de mim" e isso permite-me que nunca deixe a raiva estar no comando. Mas aceitar aprender com o desafio da dualidade implica experimentar o despontamento e estar atenta e vigilante ás lições que o mesmo nos trás. Noutros tempos situações impregnadas de arrogãncia, tentativa de manipulação , inércia e irresponsabilização desencadeavam em mim as fragãncias da raiva, hoje activam a vontade de compreender e é aqui que entra a necessidade da oração. De entregar o desfecho da lição á sabedoria maior.

Acredito que há no ser humano uma real e profunda capacidade de encontrar respostas inatas para o desvelar do seu ideal supremo e que a humanidade está a abrir-se a uma profunda necessidade de síntese.
Também não duvido de que por trás dos assuntos do mundo há um grupo organizado de Inteligências que têm vindo a conduzir a humanidade , etapa após etapa, para uma luz paulatinamente crescente acompanhando os seres humanos , desde a mais profunda barbárie, até a presente civilização que se pretende iluminada .


Mas persiste uma òbvia massa de negatividade conduzida por um outro nível de inteligências obscuras e umbralinas que continuam a alimentar o medo, o sofrimento e a dor da maioria dos que nos cercam baralhando-os e baralhando-nos. E na subtilesa dos seus ardis entram-nos portas adentro disfarçadas de soluções angelicais.



Urge por isso, como sentida necessidade do momento actual , o desenvolvimento da intuição e do discernimento por parte daqueles que já estão despertos. Seja qual for o custo para nosso eu inferior, temos que aprender a sentir a nossa visão superior. Há vigiar e orar.

Isto é bom senso.

RM:~)

1 comentário:

Teresa disse...

Bom trabalho e um abraço de Luz
Te