14 de março de 2012

ACREDITAS NA VIDA APÓS O NASCIMENTO?






Por particularmente  bela e feliz, partilha-se parábola que muito bem ilustra  as Dúvidas ante o desconhecido que desafia a humanidade perante a  actual fase  de transição .
Pronta a terminar um ciclo e a iniciar  uma nova etapa, uma  outra vida , ainda há  quem   duvide de formas e processos de existência básicos, simplesmente por ignorar as verdades do   processo evolutivo  bem como o que está para além  do fim do ciclo.Haverão outros reinos,  outras formas de vida? Como será essa Vida? 

Afinal, morrer e nascer  são exactamente o mesmo processo,  só que , cada um nos correspectivos limites , opostos,  do mesmo túnel.
Com Amor 
 Rosa







No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebés. O primeiro pergunta ao outro:
- Tu acreditas na vida após o nascimento?
- Certamente que sim. Algo tem de haver depois de nascermos! Talvez estejamos aqui, principalmente, porque precisamos de nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Tolice, não há vida após o nascimento. E se houvesse como seria ela?
- Eu cá não sei, mas certamente haverá mais luz lá do que aqui...Talvez caminhemos com os nossos próprios pés e comamos com a boca.
- Isso é absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca é totalmente ridículo! O cordão umbilical alimenta-nos. Estou convencido de que a vida após o nascimento não existe, pois o cordão umbilical é muito curto!
- Olha, eu penso de outro modo. Penso que há algo depois do nascimento, talvez um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui...
-  Mas nunca ninguém voltou de lá, para nos falar sobre isso!? O parto é o fim da vida. E a vida, afinal, nada mais é do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamã e ela cuidará de nós.
- Mamã? Tu acreditas na mamã? E onde está ela?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela é que nós vivemos. Sem ela nada disto existiria!
- Eu não acredito. Nunca vi nenhuma mamã, pelo que não existe mamã nenhuma!
- Eu acredito. E sabes porquê? Porque às vezes, quando estamos em silêncio, ouço-a cantar e sinto como ela afaga o nosso mundo. E também penso que a nossa vida só será "real"depois de termos nascido. Nesse momento  tomará nova dimensão. Aqui, onde estamos agora, apenas estamos a preparar-nos para
 essa outra vida...

 Maria da Conceição de Almada Gil

6 de janeiro de 2012

O DESAPEGO


“Todas as nossas misérias e sofrimentos não são nada mais do que apego. Toda a nossa ignorância e escuridão é uma estranha combinação de mil e um apegos. Nós estamos apegados a coisas que serão levadas no momento da morte, ou mesmo, talvez, antes. Você pode estar muito apegado a dinheiro, mas você pode ir à bancarrota amanhã. Você pode estar muito apegado a seu poder e posição, mas eles são como bolhas de sabão. Hoje eles estão aqui; amanhã eles não deixarão nem um traço. (…)
Todas as nossas posições, todos os nossos poderes, nosso dinheiro, nosso prestígio, respeitabilidade são todos bolhas de sabão. Não fique apegado a bolhas de sabão; senão, você estará em contínua miséria e agonia. Essas bolhas de sabão não se importam por você estar apegado a elas. Elas continuam estourando e desaparecendo no ar e deixando-o para trás com o coração ferido, com um fracasso, com uma profunda destruição de seu ego. Elas o deixam triste, amargo, irritado, frustrado. Elas transformam sua vida num inferno.
Compreender que a vida é feita da mesma matéria que os sonhos é a essência do caminho. Desapegue-se: viva no mundo, mas não seja do mundo. Viva no mundo, mas não permita que o mundo viva dentro de você. Lembre-se que ele é um belo sonho, porque tudo está mudando e desaparecendo.
Não se agarre a nada. Agarrar-se é a causa de sermos inconscientes.
Se você começar a se desprender, uma tremenda liberação de energia acontecerá dentro de você. A energia que estava envolvida no apego às coisas trará um novo amanhecer ao seu ser, uma nova luz, uma nova compreensão, um tremendo descarregar – nenhuma possibilidade para a miséria, a agonia, a angustia.
Ao contrário, quando todas essas coisas desaparecem, você se encontra sereno, calmo e tranqüilo, numa alegria sutil. Haverá um riso no seu ser. (…)
Se você se tornar desapegado, você será capaz de ver como as pessoas estão apegadas a coisas triviais, e quanto elas estão sofrendo por isso. E você rirá de si mesmo, porque você também estava no mesmo barco antes. O desapego é certamente a essência do caminho.”
 Osho

22 de dezembro de 2011

30 de novembro de 2011

RELEMBRANDO


Assim ensinava e ensina Buda:

Nós somos o que pensamos.
Tudo o que somos surge dos nossos pensamentos.
Com o pensamento, construímos e destruímos o mundo.
O pensamento nos segue como uma carroça segue a parelha de bois.
Nós somos o que pensamos.
A nossa imaginação pode causar mais dano que o pior inimigo.
Mas, uma vez que conseguimos controlar o pensamento,
temos a ajuda mais poderosa, que nem mesmo os nossos pais nos podem dar.