5 de dezembro de 2008

REFLEXÂO

Registei esta afirmação á alguns meses numa conferência :

"Civilização é a forma como nós construímos o que imaginamos que pode ser."

Palavras que tiveram o condão de constituir pretexto de reflexão;

Nas palavras das mais recentes mensagens espirituais a humanidade acaba de atingir um patamar onde a transformação pessoal está concluída e o novo foco evolutivo passa a estar na própria terra e na manifestação dessas transformações interiores como novas estruturas e novos modos de vida.

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Adianta-se ainda, em certos ambientes meta-físico-espirituais .que cada ser hoje recebeu consciente ou inconscientemente um mandato do governo espiritual da terra para conceber a terra como o seu coração lhe dita , ou seja , o mandato de criar a sua própria forma pensamento sobre o futuro da terra . Uma nova civilização .

Partindo do principio que tal como a frase inicial aduz, civilização é a forma como nós construímos o que imaginamos que pode ser,importante se torna atentarmos na nossa capacidade de imaginar e tornarmo-nos vigilantes e responsáveis pela qualidade dos nossos pensamentos e sentimentos e intenções sem jamais nos demitirmos da nossa capacidade de realizar as pequenas coisas que impulsionam a acção individual para a reconstrução da imaginação e da acção social.

A ponte entre o meu coração e mente conclui que a mudança colectiva e social depende do modo como uso a minha liberdade individual, liberdade de pensar, sentir e agir.

Então ;

Há um trabalho interno a exteriorizar .

Há um labor externo a manifestar.

È nos detalhes subtis da existência que a verdadeira mudança se manifesta .

Há acçoes que transcendem o recurso limitado das palavras .

Por isso FAÇA-SE.

Edifique-se com o próprio exemplo.

Mãos á obra .

Rosa Maciel

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