9 de setembro de 2013

CIÊNCIA E RELIGIÃO


Um assunto tão próximo mas ao mesmo tempo tão antigo quanto as paredes dos tabus  e dos condicionamentos que os separaram e que, agora, é Hora de  demolir.
Com vista a contribuir para  acelerar a disseminação do conhecimento que está a  dissolver os muros que  ainda persistem separar e confundir o intelecto humano, aqui se deixa uma sintética informação,  mas nem por isso menos exacta e profunda,enquanto partícula  esclarecedora dum Plano de Consciência  que me é cada vez mais próximo e  querido:

 " A  Religião e a Ciência São um Todo.
 Não existe Aprendizado sem Religião nem Religião Sem Aprendizado.
Mas, durante Séculos, Inconsciências entraram nestas duas realidades e transformaram-nas em matéria de disputas.
A Ciência quer provar a Verdade através da Experiencias.
A Religião defende que a Verdade e a Realidade estão presentes nos Meios Invisíveis. 
Desta forma, até hoje a Religião Recusou a  Ciência e a Ciência  recusou a Religião.
Durante este Período Final, agora gradualmente a Verdade é alcançada pela Análise e Síntese de Ambas." 

                                                                                                             (Advertência para a Consciência Social,
                                                                                                               Assembleia Suprema ,  Maio 1986, 
                                                                                                               Fasc. 17, O Livro do Conhecimento).



http://www.olivrodoconhecimento.pt/







A força do símbolo e a beleza da imagem que dão cor à vibração e  corpo à disseminação das  novas frequências de  pensamento e energia, na forma de Livro,  através da frequência das letras e das  palavras .













Anotando:
O Livro do Conhecimento é um Guia Introdutório e Preparatório da Idade Dourada para vigorar  a partir do sec. XXI e Futuros no Caminho Da Unificação da Realidade da Humanidade Unificada.
È um Livro que veio da mesma Fonte de onde emanaram todos os Livros da Palavra Sagrada.
Este livro constitui uma Tecnologia e Programas Divinos destinados a ajudar a integrar o passado e a preparar o futuro, criando uma aura de Unificação, Paz e Consciências Despertas .

2 de setembro de 2013

CONTACTO





Na Dimensão da vida e experiência humanas, existem momentos de fazer perder o fôlego no êxtase da descoberta da infinita bondade de quem procura estendê-los e partilhar.

Poesia e Ciência são isso mesmo, a expressão arrojada duma infinita vontade e inafastável desejo de revelar, semear e desenvolver um  vislumbre do deslumbre de uma nova visão, percepção ou conhecimento ofertado através de uma grande cooperação por um Plano Tecnológico ainda desconhecido.

Esta é a árdua tarefa de quem nasce com o destino de captar e realizar o que para os outros será ainda e apenas o impossível ou mera imaginação.

Sejam Santos, sejam Poetas,Sejam Sábios, sejam  Filósofos,  sejam Profetas, sejam Cientistas ou simples investigadores e semeadores da verdade, todos cumprem a mesma função de trazer o Novo, Novas Realidades, novos Pensamentos, novos planos de Consciência e realização da magnífica Obra Divina chamada Humanidade.

Contacto, um enredo, um argumento e uma interpretação Magistrais que trazem a luz de uma experiência onde Ciência e Espiritualidade se cruzam e se interpenetram , uma através da outra , enquanto revelação da Face Única, mas também,  da Consciência Revolucionaria de Deus.

Este filme  homenageia de modo simples, porém intenso o carácter persistente da força da revelação para além de qualquer linguagem  magico-supersticiosa, sequer mística, porém,objectivamente  lógica e genuinamente humana. Assim se deixando claro o tremendo esforço de honestidade e humildade daqueles que se voluntariam para revelar a verdade, a beleza e a bondade do Poder dos Planos Desconhecidos.

Disseminar novas visões e conhecimentos no apertado mundo estreito dos condicionamentos, idolatrias e tabus que envolvem o anel do mental  colectivo do Planeta Terra não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível. A frequência da evidência gradual permite que a  prova do tempo  se manifeste nos corações e mentes despertas ou aptas a despertar...

Tiro o meu chapéu à  interpretação magnânime da actriz Judie Foster , um Código de Arte,  que me fez sentir e vibrar a intencionalidade da frequência  de um depoimento  revelador do pensamento universal  que ensina que “ a  Purificação do Cérebro, do Espírito e da Essência, por intermédio da Arte , requer um Nível de Desenvolvimento de além dos Limites do Universo".
Não será, por isso, sem razão que o Cinema é considerado de - a Sétima Arte. E se no cinema nem tudo é arte, através dele , ela também floresce e cumpre o seu derradeiro papel .
Com a Nova Luz .
 Rosa Maciel / Setembro 2013



O  Acto, Verdadeiramente Criativo não é fruto do trabalho duma entidade  individual, mas produto dum esforço colectivo , resultado de uma grande cooperação entre entidades físicas e metafisicas, através  da imensidão do universo e  por intermédio  dum vasto Plano Tecnológico.

                 

 Lindo depoimento e testemunho da existência Dimensões para além dos Sistemas Solares  e das  Galáxias, mas ainda  impossíveis de explicar e demonstrar  à humanidade Terrestre, apenas porque o cérebro normal de um Ser Humano não é capaz de ir além da Dimensão a que Pertence. Porém existem Poderes Energéticos que podem transcender essa fronteira e conectar-se com outras formas de Energia e Dimensões  Desconhecidas.  Assim se revelando que,  o facto do desconhecido  não ser ainda apreensível , não significa que essas dimensões  não existam.
Não se pode pensar e muito menos experimentar e viver  aquilo que  não existe.
E  nada  disto é ficção.

12 de julho de 2013

IMPOSSIVEL



IMPOSSÍVEL?!

  Um belo Argumento e sucessão de imagens fortes, que expressam, de forma dramática,  uma mensagem capaz de estimular  a revisão e  a reformulação  do conceito e a  própria  percepção do impossível.

Espelhando o reflexo das lições da vida para além dos limites do previsível ou expectável, antes, reveladoras do lado incontrolável, insondável e inexorável das forças da natureza , este filme envolve-nos na sensação do que pode ser  o lado  “ impossível “ do  “ impossível “.
.
Transformando  o impossível numa ideia decrepita e susceptível de revisão a tempo inteiro,  também se apresenta, como  um argumento tocado pelo condão do chamar a atenção para as consequências impensáveis da ganância e para o modo fácil e leviano com que se alteram e subvertem escalas de prioridades entre lucro, segurança, salvaguarda da vida , prevenção da integridade física e do Sofrimento.

O Sofrimento e as  consequências das lesões físicas podem ir muito além da normal previsibilidade mas a resistência humana também.Ela pode inclusive ultrapassar essas barreiras.
 A capacidade de sobreviver é ilimitada...

 O argumento revela, através das suas inúmeras imagens, que as lesões e o sofrimento estão muito longe de ser um limite e muito menos uma limitação, antes um Ponto Inicial da elevação da capacidade da superação e de transição para a  reorganização  de novos começos .

As personagens e seus diálogos, humanamente interpretados,  traduzem metáfora e a expressão de uma atitude humanitária  muito  mais direccionada para a Salvação e respectiva  busca de  cooperação do que para os detalhes da sensurabilidade, sem que no entanto, os contextos  não deixem de apontar de modo claro , objectivo  e seguro  para os aspectos frágeis da ganância e do egoísmo materialistas , entretanto superados e neutralizados por um Amor Ciente que tudo contorna e vence.

 Poderei, com justiça dizer que o Impossível inspirou-me uma mensagem de Esperança Regeneradora e Purificadora do intelecto Humano e demonstradora de que os cataclismos apesar de revestirem  uma  forma  radical e difícil de superação de condicionamentos e tabus, também  são  um modo inigualável de gerar e  demonstrar  oportunidade de revelar os  meios e as  formas   do como se pode extrair positividade das negatividades.Assim o queira ver e aplicar  o poder da intenção e a força da vontade geradores de Poder de Consciência Humana. Assim o queira ser e reflectir a espécie humana.

Finalizo  sublinhando o alcance do  Poder do Amor de Mãe mas também a  Força de busca determinada  do Amor de Pai, reforçadores dos valores da família enquanto  meio de educação e instrumento  de Evolução .
 Porque nos transporta na direcção do resgate  dos  valores e capacidades perdidas, Gostei e Recomendo.

Rosa Maciel





Nota ; Os  cataclismos , são um meio e programa cósmico de finalização de programas de evolução quando os  exames  e programas  carmicos  individuais  se revelam ineficazes  e incapazes de tocar o coração e o intelecto da espécie humana.
RM.

6 de junho de 2013

ACEITAÇÃO

 Aceitação |  Não Julgamento




" Quem decidir assumir-se como Juiz da Verdade e do Conhecimento é afogado nas gargalhadas dos Deuses"
( Albert Einstein)



Muito embora, ultimamente,  os Deuses não revelam grande disposição para rir, tal é a sua ocupação com o Plano da Salvação e supervisão de inúmeros programas destinados a Despertar a Humanidade para que ela se salve dela própria, a verdade é que aquela  frase despertou o meu interesse.

E despertou o meu interesse porque ela contem o reconhecimento implícito de que  o  conhecimento é interminável  (Albert Einstein bem o sabia) mas  sobretudo,  porque constitui, uma chamada de atenção para a persistência da tendência automático -compulsiva da humanidade  em  candidatar-se  e fidelizar-se na   “ carreira de Juiz  ”, e isso tem muito que se lhe diga..

 A bem da Verdade, Julgar tem sido uma actividade em que o carácter da espécie humana se tem saído muito bem.

 De uma maneira ou de outra, Já todos fomos testados e,  provamos possuir uma grande capacidade para Julgar:

Já julgamos muitas pessoas, muitas situações, muitos comportamentos, muitos pensamentos,  muitas intenções e até valores;
Já julgamos as Acções e as omissões, as motivações dos outros e até mesmo as dos Deuses;
Já Julgamos a cor da pele, a linguagem gestual, o odor corporal, a forma de vestir, o modo de falar, a maneira de sorrir o jeito de expressar…
Já julgamos histórias e relacionamentos, lágrimas e sentimentos.
Já julgamos o valor da vida, os sonhos, as convicções religiosas, filosóficas e científicas.
Já julgamos as origens, as raças e as etnias, a cultura, a arte...
Já julgamos a sanidade, a normalidade, a subjectividade e até já julgamos a diferença só por ser diferente.
Já julgamos o desconhecido e a novidade só por não os conhecer.

Em todos os sentidos, estamos todos, como espécie, muito bem treinados nessa actividade.
Treino esse, que nos tem empurrado para os automatismos de precipitar conclusões sobre nós mesmos, sobre o que nos acontece, sobre os outros mas e acima de tudo sobre a novidade e o desconhecido.

Muitas vezes chamamos a essa actividade de intuição, dedução, presunção, comparação ou juízos de primeira impressão mas poucas vezes nos questionamos sobre quais são os critérios que usamos nos nossos Julgamentos.

Uma das coisas que constatei, ao vigiar as subtilezas dos pensamentos e julgamentos, foi que a simples actividade de Julgar contem já, em si mesma, o julgamento implícito de considerar o julgador superior aquele que está a ser julgado. Dá por isso uma falsa sensação de segurança, superioridade ou poder.

E foi então que me questionei:
- Que direito tenho eu ou teremos nós de julgar quem quer que seja e o que quer que seja?
- O que é que nos confere esse direito?

Busquei as respostas e no plano do mundo encontrei mil e um argumentos e razões susceptíveis de justificar ou fundamentar esse direito mas nenhuma delas me preencheu de paz ou saciou. Já nos meios Divinos e Universais, encontrei apensa uma Lei. Nada sobre direitos, mas uma única lei e princípios aplicáveis, e essa lei versava sobre o não Julgamento.

Essa lei recomenda por diversos meios e formas não perder ou gastar  tempo com interpretações argumentações, justificações, comparações e muito menos  criticismos ,  Julgamentos, expectativas  ou direitos.

Essa Lei Universal é a Lei da Aceitação.

Tal  lei revela com toda a simplicidade e tranquilidade que, quando nos apressamos a julgar alguma pessoa ou situação, estamos a rejeitar o potencial de uma experiência libertadora e por isso a rejeitar o que a vida está a colocar na nossa frente como oportunidade de progresso.

Quando não aceitamos uma pessoa, uma circunstância ou uma vivência  estamos a recusar integrar alguma característica nossa, ou a rejeitar  acolher uma oportunidade de   solução de algo por resolver… E por isso o que está na nossa frente é  apenas o nosso carma não resolvido, isto é , as lições de evolução ou de progresso por aprender.

 Actualmente, essa lei Universal, apresenta-se complementada por uma nota de roda pé, que informa sob a forma de aviso que, nos tempos de hoje, todos os confrontos e conflitos existências ou sociais fazem parte de um Programa Cósmico. E esse Programa contem em si mesmo um potente potencial de energia para resolver e limpar carmas passados não resolvidos. Só são necessárias lucidez e força de vontade para se beneficiar desse Programa.

Julgar, é perder tempo, pois além de já sermos graduados com distinção nessa actividade, também já sentimos e experimentamos na pele e nas células que esse é um diploma que só serve para aumentar uma infindável carga de trabalhos e um infinito e ensarilhado novelo de perturbações mentais e emocionais.

Quando batemos na porta dos céus, senhores do discernimento e coragem bastantes para rodar a maçaneta da porta que está á nossa frente, e dar o passo em frente, ficamos estupefactos:

- Os Reinos dos Céus não conhecem o Julgamento?!
 - Deus não Julga, nunca Julgou!!!

 Para que não existam duvidas a esse respeito, na entrada desse reino está um espelho enorme que reflecte sempre de volta o que queremos levar connosco. E o que esse espelho mostra, é o reflexo dos nossos próprios Julgamentos. – Julgar é uma ocorrência Egocêntrica e o Ego não entra no reino dos Céus.

Todos os julgamentos são superficiais, baseados em aparências e acções facilmente interpretadas por um qualquer estado anímico ou preconceito que sustente a necessidade de exaltação, de segurança, de valorização ou de pertença. E Todas elas são carências do Ego.
As necessidades do ego são o combustível da energia negativa, necessária ao desempenho e aprendizagens do potencial terrestre, até um certo ponto. A partir desse ponto, essa energia auto- alimenta-se, perpetuando a prisão a um ciclo auto-gerador  de negatividades.

Para se permanecer nesse ciclo basta querer fazer, querer interferir, isto é, basta julgar, interpretar de acordo com os registos do passado.
O julgamento é apenas a mera necessidade do Ego expressa pelo querer/ poder interferir numa dada situação. Basta Julgar = Interpretar = rejeitar = recusar = estar contra = condenar para que um círculo de negatividades seja reactivado e qualquer possibilidade de solução positiva ficar prejudicada ou, pelo menos, adiada.
Ao que parece, será o grau de compulsão da necessidade de interferir que determinará a libertação ou o aprisionamento a esse círculo de negatividades. E o que o activa é o medo:
 O medo gera ansiedade, a ansiedade gera decepção e a decepção gera raiva. A raiva alimenta o medo, o medo gera ansiedade, a ansiedade provoca decepção. A decepção activa a raiva, e assim sucessivamente sem cessar… a menos que se pare de julgar ou de querer interferir.
Será sempre bom lembrar que o Amor não Julga, nem condena nada nem ninguém, os perito nessa actividade são o Ego e  o carácter  sombrio da espécie humana.
Por isso é dito que, Deus não Julga, é o Ser Humano quem Julga a si mesmo.
Por isso, é repetidas vezes sugerido o aviso Celestial que nos adverte para a Realidade. E essa Realidade é pródiga em mostrar que vivemos num sistema onde só a benevolência, a boa vontade, a tolerância, a paciência, a cooperação, a ajuda mútua e o Amor salvarão o universo, de outro modo esta Humanidade está destinada a aniquilar-se.

 Ou seja, mostra  que  já é   mais do que  urgente, sair do ciclo das negatividades.
Para se  sair  desse circulo  vicioso alimentado pelo  medo e entrar na roda libertadora da benevolência e boa Vontade geradoras das capacidades positivas acima mencionadas,  bastará  renunciar ao “querer fazer” e escolher, simplesmente, o “querer ver”.

Todos os monstros desaparecem  quando nos predispomos a querer ver , ou seja, quando acendemos a luz da aceitação e activamos a capacidade de estar consciente  em cada situação.

Estar ciente começa pelo aceitar tudo como é…
Aceitar tudo como é não significa passividade, letargia ou prostração face aos acontecimentos da vida mas o estar presente como um observador estável e objectivo em cada momento difícil de experimentar ou viver, por forma a gerar oportunidade em ficar consciente de tudo, incluindo do que está a bloquear, condicionar, limitar ou a impedir a acção e mudança positivas em cada situação que a exija.
Pressupõe tomar contacto com as sombras sem as julgar até as integrar e  incorporar.
Está nas mãos do ser humano a sua condenação ou a sua salvação.
 Os Deuses Vão desvelando os segredos e as verdades na proporção em que  a humanidade  se revela capaz de as aceita, de as integrar e finalmente  de tomar decisões a partir da sua própria consciência acrescida.

Em síntese, se diga:
A Aceitação é a chave da salvação do círculo das negatividades.
Não Julgar é a chave da aceitação.
O ciclo das positividades é alimentado por esta cifra inicial e a seguir por si mesmo, pela luz (= informação) que até então era difícil ou impossível  aceder.

Com a nova Luz do Amor.
 Rosa Maciel

5 de maio de 2013

FILOSOFIA DOS TRÊS MACACOS




                                                       ( Imagem de Gustavo Terra)

 Não ver o mal, não escutar o mal, não falar o mal, não significa passividade, letargia  ou prostração, apenas o silêncio necessário ao desenvolvimento da tolerância, paciência e aceitação ajustadas à activação  da  adoração no coração.
Esse desenvolvimento não acontece na solidão e muito menos no isolamento mas dentro dos relacionamentos humanos.
Paciência infinita e tolerância infinita é algo que se experimenta na descoberta de si mesmo, através  da vivência  do  dar  e receber, isto é, por reflexo uns nos outros e no meio social. Longe de ser uma actividade passiva, este é um nível Desenvolvimento atingido através da acção consciente e no experimentar e superar uma serie de exames.
Essa acção consciente só se torna consciência lúcida e madura quando fruto de autocrítica construtiva.
Desenvolver  e aplicar  autocrítica (*), mais cedo ou mais tarde ensina-nos a lidar com a crítica.
A Critica é uma actividade mental cheia de contradições:
A crítica negativa priva-nos de avançar,  mas ,  a crítica positiva leva o ser humano ao pensamento e investigação Profundos.
desafio está  em saber distinguir .
 Pois esse é o desfio do arriscar escolher  e decidir a partir da essência onde só a maquina do tempo será o espelho da prova.
À  medida que esse espelho fica claro e polido,  discernir a diferença deixará de exigir 
esforço , atingida estará a maturidade do Espírito.

Viver é um risco assumir Viver é uma Aplicação Divina..
 Rosa Maciel.



(*)  “ A autocrítica é o caminho mais claro que leva o indivíduo para a Luz”