15 de outubro de 2007

CELEBRAR O SILÊNCIO !

Porquê celebrar o silêncio?!

A saber:

Na celebração do silêncio ocorrida sábado passado brilharam vislumbres de sinteses a prosseguir na continuidade do actual estado de expanssão da consciência humana:



È tempo de acabar com o divórcio entre o espírito e a matéria.

  • O caminho a percorrer é a viagem da cabeça ao coração.
  • Abriu-se uma comunicação entre a nossa mente pensante e a intuição que se estende em progressivo crescendo a um número de seres , cada vez maior .
  • O conhecimento da nossa realidade interna torna-se inderrogável.
  • E um novo tipo de linguagem revela- se imprescindível.
  • São tempos de auto-revelação os tempos de hoje.
  • Tempos onde a linguagem silente do coração parece conter as chaves de todas as revelações adiadas.
  • vivemos uma época de acelerada evolução que torna impossível o não escolher, o não avançar para dentro de si mesmo e do cosmos.

Quer queiramos ou não o salto da consciência já não volta atráz pois crescer e expandir torna-se inevitável. È esta a ordem do cosmos.


Somos seres espirituais a viver uma experiência na matéria e não o contrário e é chegada a hora do resgate da nossa verdadeira essência e realidade.
E é aqui que entra o silêncio.No uso da linguagem do coração.
Reaprender a linguagem do coração é permitir-nos vivênciar a essêncialidade do silêncio .
Além de nos inspirar calma, equilíbrio, harmonia e paz o silêncio permite o encontro consigo mesmo. Mas para que tal encontro se dê não basta o mero silêncio material ( acústico, visual e mental ou o mero apaziguamento emocional ),necessário se torna vivificar o silêncio espiritual.



"O silêncio è o portal para o mar da sabedoria."(1)


O silêncio espiritual é aquele que emerge da profundidade da nossa essência sem depender de qualquer tipo de silêncio externo e sem se deixar afectar por nenhuma espécie de ruído . Nada o afecta. Nada o perturba . Ele simplesmente È.

"Então, a busca do silêncio não é rigorosamente a busca dos silêncios acústico, visual, mental, emocional. A busca do silêncio é algo muito mais profundo que consiste em encontrar o que somos."(2)

Enquanto seres espirituais somos silêncio puro ou puro silêncio .Assim sendo a busca do silêncio mais não é do que o retirar daquilo que não somos. O remover os ruídos que nos impedem de ouvir a nossa essencia.

Afinal não será por acaso que desde os tempos imemoriais se vem persistindo nesta afirmação :

" - Se palavra é de prata o silêncio é de ouro".

Donde, Celebrar o silêncio reafirma os votos do reencontro com o que somos ou pelo menos de garimpar o nosso ouro.
Com o meu mais profundo silêncio.
Rosa Maciel.


(1) ,(2) André Louro in Na Lei do Silêncio. http://www.iridia-lumina.org/reflexoes-silencio.html

27 de setembro de 2007

VIAGENS DO CORAÇÃO


Como todos os que nada têm vivo de sonhos e foi a minha iniludível capacidade de sonhar que
me ofertou imagens de uma realidade chamada Brasil que pude viver , reter e partilhar.

Esta partilha e outras que se seguirão , será uma espécie de homenagem que sinto vontade de fazer a todos os seres, coisas e formas de energia que enriqueceram e acrescentaram o meu mundo interior.

Já me conhecem o gosto pela poesia da vida e pela beleza que encontro nas entrelinhas . Assim será essa a via a que mais uma vez lançarei mãos para tentar comunicar o indizível.






São Paulo!!!!!!!!!!!!!!!!!
COTIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A fragrância dos Contrastes.

Neste jardim , muito perto de São Paulo ,mora a força de um sonho que pugna estender-se a toda a humanidade.Obrigado Inês por me teres feito sentir em casa e acarinhada . Tal como a tua voz o teu nome gravaram bem fundo na minha alma.






A beleza do Solo Sagrado de Guarapiranga é reveladora da alquímia do labor humano.

O protótipo do Paraìso.









Daqui São Paulo parece uma miragem depois de uma estafante viagem no meio do infindável trânsito rodoviário.
O paraíso no meio do quase caos.







E AGORA::::::::::::::::::::::::::::::::


A aventura de novas descoberta.
O Pé na estrada .
A imensidão territorial.





E o monologo interior não se encontrava de férias:
-Onde ficará e como será essa fazenda Forquilha que leva horas a lá chegar?!- Já anoiteceu, até o pôr do sol já se cansou!!!
- O quê estradas em terra!?- Nada de casas! Nada de iluminação!- Já é escuro e o carro não pára!?- Não se vê uma única luz! Nem alma viva a não ser a de um Urubu meio descontrolado que roçou uma tangente pelo vidro frontal do carro!-Será que isto é a Amazónia!?-Hui um lago!!! Paramos mesmo a tempo!Quase que mergulhávamos nele.E esta estrada tão estreita ,cada vez mais estreita e sobe mais,cada vez mais?! Será que tem saída ?! Haverá algum sitio para se fazer inversão de marcha?!- Bom o melhor é manter o sentido de humor , dizer algumas piadas , melhor todas as que me lembrar, rir á gargalhada. Confiar no processo da vida e por tabela na belíssima condutora.No meio de exclamações humorísticas risos e gargalhadas estridentes intercaladas por alguma orientação via telemóvel ,uma luz numa casa iluminou a minha esperança de termos chegado ao destino.
-Confirmado é a casa da nossa anfitriã.Enfim Salvas.



Rindo , gargalhando e tacteando senti-me acolhida
por um calor humano ímpar, alegre e festivo.


-A casa e as pessoas são maravilhosas mas lá fora é tudo muito escuro.Onde estaremos?





- Seja como for este ar é maravilhoso . Esta energia è mágica.


Fragãncias de uma familiaridade e similaridade singulares envolveram-me de imediato em misteriosa harmonia e alegria até à hora do sono.














Na manhã seguinte com o vislumbrar a primeira imagem da fazenda Forquilha o meu coração que já se tinha rendido ao éter ,extasiou . Extasiou:


- Isto parece um conto de fadas!Isto é simplesmente mágico!








Bora lá a vida está lá fora á nossa espera e hoje veste-se de encantamento.









A Catedral de bambu. A reverência e gratidão a tudo o que existe.











Aqui mais do que persentir, senti :
- Seja lá aonde for que esta viagem me leve, irei encontrar novas vivências e maravilhosos Deuses á minha espera com divina paciência, alegria e RISOS:







A caminhada.............










As habitações edificadas na fazenda.
A recuperação de um habitat natural.

( o lago da noite anterior.)








A preservação de algumas espécies vegetais e animais.
Aquela coisinha castanha è a minha Capivara preferida .








A minha criança interior deu largas a pequenos voos e grandes balanços.

Concluindo que

por trás da escuridão está a imensidão da beleza que só a luz pode mostrar.





Guardo o brilho de uma Vera que não é prima mas pode muito bem ser irmã. Irmã do
coração. Até sempre.Rosa:~)














18 de setembro de 2007

PAI NOSSO CRIATIVO



O melhor serviço que podemos prestar aos outros e á evolução da humanidade é a impecabilidade do sentir e do pensar em todos os momentos do nosso quotidiano.



Encaremos esta responsabilidade como habilidade de responder e reagir ao novo fluxo da energia e poder divino criativo que está a entrar nas nossas vidas.








Um jorrar de amor criativo para todos os que me " abraçaram" em Floripa extensivo a todos os que me fizeram chegar até lá. Um louvor á vida . Um Cântico ao criador:


PAI NOSSO

Pai Nosso que estás em todas as coisas
Recriado seja o teu nome
Venha a nós a inspiração do teu poder criador
Tanto na terra como nos ceús
Perdoa as nossas consciências limitadas assim como nós perdoamos
Tudo o que as limitou
Estende-nos o teu manto de amor
E não nos deixes cair na tentação de ausência da tua memória
Nem nas trevas da separação

Que a luz revele a verdadeira face do teu Amor


De coração para coração Rosa Maciel.

25 de julho de 2007

Dia fora do tempo




Uma das maiores garantias de aprendizagem é Viver e aprender aquilo que ensinamos.

Acredito que um dos maiores desafios desta existência é aprender a amarmo-nos e a aceitarmo-nos exactamente como somos. Por isso, escolhi, escolho e pretendo continuar a escolher servir uma energia chamada Amor. Este serviço devolve-me a consciência da importância do auto-amor e do auto-valor na redescoberta de si mesmo, no aceitar viver o permanente desafio da transformação pessoal com a inerente integração da mudança e consequente renovação da percepção do mundo.

Amar e aprovar a mim mesma exactamente como Eu Sou tem sido uma aspiração e inspiração que anima um projecto de vida que se tornou irresistível seguir: Trilhar os degraus evolutivos do caminho de regresso ao Criador.

A um olhar desprevenido esta atitude poderá parecer egocêntrica, individualista e narcisista. Mas de facto não o é. A experiência tem-me garantido ser esta iniludível fórmula que permeia e sustenta o crescimento Pessoal, o desenvolvimento das zonas nobres da personalidade e da inteligência espiritual.

Não é meu propósito dirigir-me ao intelecto mas ao coração de cada um, onde a ressonância do que é sentido como adequado é suficiente para gerar convicção e confiança na veracidade da singeleza do testemunho.

Algures no meu percurso tornou-se-me claro e inequívoco que a vida é uma escola imperdível onde escolhi aprender em todos os momentos do meu fôlego. Por isso, respirar e saborear cada momento passou a revelar-se sagrado, e o tempo a oportunidade de um portal para dimensões e frequências aparentemente esquecidas.

Foi então que pouco a pouco a minha percepção do mundo e do tempo começou a sofrer alterações reveladoras de verdades que a história humana foi distorcendo.

Uma dessas distorções prende-se com o modo como é entendido e fraccionado o tempo ao longo de um período chamado Ano.
Como a maioria, fui educada a aceitar como indiscutível a divisão do tempo imposta pelo Calendário Gregoriano composto por 365 dias, divididos em doze meses irregulares de 31, 30, 28 ou 29 dias.

Intuía que o tempo ali se apresenta escalado e dividido em função dos interesses político-económicos na repartição do trabalho mas totalmente alheados dos ciclos da natureza e do relógio biológico do ser humano.
Intuía, fui intuindo até ao limite da capacidade de aceitação da distorção.

Como sempre acontece ou tem vindo a acontecer no despertar da consciência para realidades fora do limite do seu anterior estado, uma vez accionadas novas linhas de pensamentos, crenças e/ou afirmações, a nossa mente encarrega-se de fazer chegar até nós tudo o que necessitamos para manifestar e criar uma nova realidade em função da nossa nova forma de pensar.

É então que uma série de “coincidências com significado” (= sincronicidades) passam a correr na nossa direcção, e uma vez notadas, agarradas e compreendidas revelam factos susceptíveis de alterar o nosso anterior estado de conhecimento e por isso de percepção.

Foi mais ou menos isso que me aconteceu à mais de ano quando tomei contacto com uma data de informações sobre o calendário das 13 Luas, mais conhecido pelo calendário da paz ou calendário Maia onde a contagem do tempo se baseia em 13 ciclos lunares de 28 dias por ano solar, perfazendo um total de 364 dias (13x280=364) complementado por mais um, chamado de dia "Fora do Tempo"...

Não é que me tenha tornado uma escrupulosa seguidora daquele calendário, simplesmente a mera consciência da sua existência e o contacto com a informação proporcionada ocasionou uma ressonância que por si e em sintonia com formas de pensamento similares proporcionaram a reorganização da minha energia interior de forma a sintonizar-me cada vez mais e com maior frequência ao tempo natural.

Uma manifestação desta factualidade ocorreu no pretérito dia 31 de Dezembro de 2007 e foi notada e sublinhada pelos amigos e amigas que reconhecendo-me alegre, expansiva e festiva estranharam o facto de não me ter entusiasmado, sequer minimamente, com a passagem do ano.

De facto não manifestei porque não senti qualquer necessidade de balanço, meditação ou celebração. Ao invés de sentir que um ano finalizava e outro começava, sentia patente e notório que a linha do tempo apelava à continuidade de uma acção que se revelava progressiva e na curva ascendente da manifestação. Não senti por isso a mudança de qualquer ciclo, muito menos a energia de uma passagem do ano. Porém como a alegria dos outros sempre me contagia encarei o dia 31/12/2006 como um dia tão bom como outro qualquer para jantar com amigos no final de um intenso quanto extenso dia de trabalho.

Apercebo-me agora de que já então o meu coração decidira que aquele não era o meu tempo de celebração da finalização do ciclo que descreve o movimento do sol em volta da Terra mas muito mais a celebração de um poder que nos instiga a pensar e a sentir que “Tempo é Dinheiro”. Não porque o tempo não possa ser também dinheiro, porque nada tenho contra ao dinheiro, nem contra o poder de o criar. Mas porque tempo é e deve ser acima de tudo Vida. Vida e realização da pessoa humana. E esse tempo não pode ser medido, tão pouco compartimentado, pelos meros interesses e poderes político-económicos que nos amarram e escravizam a ciclos artificiais. Mas por ciclos que de facto nos ligam aos movimentos naturais, do Sol da Terra, da Lua, do Universo e, enfim, do Comos.

Com a aproximação do dia Fora do Tempo a que prefiro chamar Dia do Não Tempo comecei a dar-me conta de que, apesar de imperceptivelmente, a partir do dia 26 de Julho de 2006, procurei sintonizar as vibrações do meu ser com a frequência do tempo natural, e sem grande esforço a minha energia passou a alinhar-se com os ciclos da Lua, das 13 luas.
Apercebo-me de que esse ciclo é o que mais se ajusta ao tempo da minha realização pessoal. E porquê?!

Porque aliado a um trabalho de reprogramação mental e limpeza emocional:

- torna cada vez mais perceptíveis a presença das sincronicidades que me fazem estar cada vez mais e com maior frequência no lugar certo, à hora certa, com as pessoas certas, a fazer as coisas certas à realização do Ser.

- possibilita detectar os automatismos paralisantes e bloqueantes da autenticidade.

- facilita o fluir com a vida e com universo e com as escolhas, tornando-as mais fáceis, leves e ás vezes quase imperceptíveis.

- permite tempo de viver a individualidade e de aprofundar a compaixão –

- mas, e acima de tudo, faz-nos sentir mais ligados à terra, mais livres, mais harmoniosos connosco próprios, com o outro e com a vida .

Olhando para trás, o balanço descreve-me preenchida, realizada, feliz, amada, capaz de largar o passado, grata e acompanhada mesmo quando me vejo só.

Olhando para a frente vejo oportunidade de parar para descansar, reciclar, contemplar, meditar, recarregar energias para logo recomeçar um novo ciclo de trabalho e de novas aprendizagens.

O cheiro do novo já está no ar.

Aquele abraço RM :~)


Pequena nota sobre o que significa o dia fora do tempo.

Segundo o mítico Calendário Maia, a contagem do tempo baseia-se em 13 ciclos lunares de 28 dias por ano solar, perfazendo um total de 364 dias, complementado por mais um, chamado de dia "Fora do Tempo"...

Os Maias consideram este dia como uma grande oportunidade de reciclar, recomeçar, recarregar as energias, libertar o que já não é mais preciso, agradecer por tudo que foi recebido no período anterior em todos os aspectos, agradecendo inclusive os momentos aparentemente menos bons ou dramáticos, pois terão sido importantes aspectos do nosso processo de aprendizagem e evolução como seres humanos.

Deste modo, o dia fora do tempo caracteriza-se como um dia de paz, de arte e cultura, de cooperação entre povos e surge como uma ponte entre dois ciclos, que será marcada por uma alteração profunda. A consequência é passarmos a estar com muito mais frequência no lugar certo, na hora certa, encontrando a(s) pessoa(s) certa(s) e fazendo a coisa certa...
FREQUÊNCIA 13:20


Para quem quiser saber mais sobre o Calendário da Paz, ou das 13 Luas, mais conhecido por calendário Maia poderá consultar:
http://www.calendáriodapaz.com.br
http://www.pan-portugal.com